Educação

Pedagogia Afetiva: entenda a importância em adotar características que valorizem a relação entre professor e aluno

Publicado em: 31/03/2021

Saiba mais sobre a Pedagogia Afetiva, prevista pela Base Nacional Comum Curricular

por Hellen Barbosa

Você sabia que o desenvolvimento de capacidades socioemocionais, como autonomia, responsabilidade, solidariedade, respeito, cidadania, sensibilidade e criatividade são valores previstos pela Base Nacional Comum Curricular, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio? As relações saudáveis desenvolvidas entre no processo de aprendizagem de crianças e jovens.

Instituições de ensino que costumam conseguir equilibrar as exigências acadêmicas, o afeto e a cooperação nas relações entre alunos e professores, conseguem obter êxito em potencializar o processo de aprendizagem de seus estudantes, fazendo-o ser muito mais significativo. Um ensino com foco em aspectos afetivos, mesclando qualidade social e emocional à qualidade científica, é o que vem fazendo a diferença no dia a dia de professores e alunos, sejam eles crianças, adolescentes, jovens ou adultos.

Esse processo é chamado de Pedagogia Afetiva e é muito valorizado por nós aqui do Super Cérebro. Vem com a gente para conhecer um pouco mais dos infinitos benefícios presentes em relações que valorizam o respeito e o afeto em ambientes educacionais humanizados. 

A Pedagogia Afetiva gera nos alunos competências socioemocionais que os preparam para situações cotidianas que acontecem do lado de dentro e de fora dos muros das escolas. Essas competências são as mesmas demandas procuradas pelo mercado de trabalho: conhecimento, transformação, autonomia, responsabilidade, sensibilidade e criatividade. Características presentes em profissionais emocionalmente equilibrados e preparados para os desafios do dia a dia. 

A Base Nacional Comum Curricular justifica que a preocupação envolvendo os processos afetivos entre professores e alunos, dentro das instituições de ensino, está relacionada ao desenvolvimento humano global, com toda a sua complexidade. Ou seja, durante o processo educacional de crianças e jovens deve-se ter como ponto de partida uma visão plural, promovendo uma educação voltada ao acolhimento, reconhecimento e desenvolvimento pleno, levando em conta as singularidades e diversidades de cada um dos alunos envolvidos. 

Para implementar a Pedagogia Afetiva é preciso ter em mente que cada aluno faz parte de um cenário social diferente e enxerga a vida à sua própria maneira. Mas para que o professor consiga trabalhar a pedagogia do afeto dentro das salas de aula, ele precisa aprender a ver e a sentir as emoções de seus alunos. Essas habilidades podem ser desenvolvidas através de um programa de formação continuada, por exemplo, ou até mesmo através de livros e materiais que abordam esse assunto. 

A Pedagogia Afetiva busca o desenvolvimento das competências socioemocionais de cada um dos alunos em suas singularidades. Através do autoconhecimento, eles serão capazes de compreender melhor suas emoções e lidar com elas, de forma racional e inteligente, entendendo os pontos que podem ser melhorados. Conheça a capacitação socioemocional e o material didático do Super Cérebro.

Tags: pedagogia afetiva, BNCC, competências socioemocionais, competências cognitivas, afeto
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